Showing posts with label defacement. Show all posts
Showing posts with label defacement. Show all posts

Sunday, March 10, 2013

Metodologias de Resposta a Incidentes

O CERT do Banco Societe Generale, da França, publicou uma atualização em seu material de "Metodologias de Resposta a Incidentes". 

As metodologias são divididas em várias fases: Preparação, Identificação, Contenção, Remediação, Recuperação e Encerramento.

Existem metodologias para 15 tipos diferentes de incidentes, publicados sob a licença Creative Commons Attribution 3.0
  • IRM-1 : Worm infection
  • IRM-2 : Windows intrusion
  • IRM-3 : Unix intrusion
  • IRM-4 : Distributed Denial of Service
  • IRM-5 : Malicious Network Behaviour
  • IRM-6 : Website Defacement
  • IRM-7 : Windows Malware Detection
  • IRM-8 : Blackmail
  • IRM-9 : Malware on smartphone
  • IRM-10 : Social Engineering
  • IRM-11 : Information Leakage
  • IRM-12 : Insider Abuse
  • IRM-13 : Phishing
  • IRM-14 : Scam
  • IRM-15 : Trademark Infringement
Link: http://cert.societegenerale.com/en/publications.html

Tuesday, November 29, 2011

Comodo, Diginotar, About.US, StartSSL, GlobalSign.. (CA/SSL) e NetNames (DNS) - ataques confirmam fragilidades conhecidas





[ Update 2011-11-29 ]


Uma análise detalhada do comprometimento de outra autoridade certificadora (desta vez a americana About.US) - foi publicada no blog eromang ontem.

Algumas informações:

O comprometimento ocorreu desde (pelo menos) 15 de setembro.. Uma vulnerabilidade do tipo RFI (Remote File Inclusion) foi explorada e um web php shell chamado "STUNSHELL" foi instalado em centenas de outros sites (sua listagem é possível através de um simples google dork presente no artigo do eromang. 

Mais detalhes no post abaixo:

http://eromang.zataz.com/2011/11/28/about-us-domain-names-registrar-owned/


[ Update 2011-10-31 ]


(At least) 4 web authentication authorities breached since June:


http://www.theregister.co.uk/2011/10/27/ssl_certificate_authorities_hacked/

(Além do ComodoGate, temos a Diginotar, StartSSL, GlobalSign, About.US, )


Em maio de 2010, publiquei por aqui um artigo entitulado "Root DNS, CA e AS - uma questão de (des)confiança"


1) CA/SSL - Diginotar









Pois bem, nos últimos dias algumas das vulnerabilidades descritas neste artigo foram demonstradas em dois ataques reais - um a autoridade certificadora holandesa Diginotar e outro a empresa de registro de domínios (registrar) britânica NetNames. 

[ Update: 2011-09-15 ]

  • Para testar se seu S.O. / browser está ou não confiando em certificados emitidos pela Diginotar, siga este link: https://www.balienet.nl/ <= a resposta esperada é que o certificado não é confiado / foi revogado - ex:"sec_error_revoked_certificate" no Firefox.

  • Para uma lista de outros sites para testar se seu browser ainda confia na Diginotar nesta planilha do Google Docs  (aos poucos alguns vão tendo seus certificados substituídos)

  • Um excelente resumo da ópera (incluindo atualizações nos comentários) pode ser encontrado no diário do ISC/Sans.

[ Post Original: 2011-09-05 ]

Em um caso parecido com o que ficou conhecido como "ComodoGate" (nosso post sobre o caso, aqui), uma Autoridade Certificadora "raiz" holandesa (Diginotar) - foi invadida  - há pelo menos um mês  -  e desde então foram emitidos mais de 500 certificados SSL fraudulentos (lista no formato .csv) - incluindo serviços como o Google (38), Mozilla (18), Microsoft (7) - além da agência de inteligência americana e israelense - CIA (25) e Mossad - do TorProject (14), Twitter, Facebook, Yahoo, Skype, entre outros..

A empresa atingida administra várias CAs (Certification Authorities), que foram configuradas sobre um mesmo Domínio Windows - facilmente comprometido (segundo o hacker a senha do Administrador do Domínio foi "fácil de quebrar": Pr0d@dm1n). Dezenas de CAs foram afetadas, e as seguintes CAs foram utilizadas para a geração de certificados fraudulentos:
  • DigiNotar Cyber CA
  • DigiNotar Extended Validation CA
  • DigiNotar Public CA - G2
  • DigiNotar Public CA 2025
  • Koninklijke Notariele Beroepsorganisatie CA
  • Stichting TTP Infos CA
Um efeito colateral do ataque foi deixar inoperantes alguns serviços do governo holandês que dependiam de criptografia SSL.

Como já informamos aqui no post anterior, toda a movimentação aconteceu depois de um usuário avançado iraniano questionar sobre um certificado "esquisito" e seu alerta no Chrome - em um fórum de suporte do Google - incluindo um dump do certificado suspeito - txt / zip (.cer e .jpg). Veja também o post do blog de Segurança do Google sobre o assunto, motivado por este heads-up..

Assim como no caso do ComodoGate, desde o início apareceram evidências que apontavam mais uma vez para o governo Iraniano, que estaria emitindo estes certificados fraudulentos para podem monitorar (através de ataques man-in-the-middle) as comunicações criptografadas com SSL trafegados pelo povo iraniano a partir da monitoração dos provedores de internet deste país (Estamos falando de 300 mil endereços IPs únicos afetados por este ataque). Assim como a China, o governo Iraniano controla fortemente a Internet no país.

Não são somente evidências - há uma confirmação. O usuário ichsunx2 - do Twitter, se responsabilizou pelo ataque, divulgado neste link do pastebin - usando a conta - já conhecida - "ComodoHacker" (outras 2 entradas foram adicionadas no dia 6).

Detalhe: como pode ser visto no nosso post sobre o ComodoGate, o usuário que se responsabilizou pelo incidente com a Comodo foi o "ichsunx". Ele chega a afirmar que possui acesso administrativo a quatro autoridades certificadoras.. Mais uma vez é utilizada a expressão "Janam Fadaye Rahbar”, que significa “Eu vou sacrificar minha alma pelo meu líder" - em persa. Mais informações sobre o hacker podem ser vistos nesta reportagem no NY Times.

O objetivo parece ser o mesmo de antes, possibilitar ao governo iraniano a monitoração de comunicação criptografada com SSL. Sobre a escolha da CA a ser atacada, o hacker iraniano chega a citar um incidente militar ocorrido há 16 anos atrás, durante a guerra da Bósnia, chamado de massacre de Srebrenica (no qual 30 soldados holandeses foram trocados por 8000 muçulmanos bósnios - que foram assassinados pelos sérvios.)

Um vídeo que mostra as requisições efetuadas com certificados fraudulentoss do Google nos últimos dias pode ser visto nesta animação feita pela FoxIT (Youtube) - Fica claro o país com mais máquinas afetadas - Irã (os pontos fora do país são principalmente nós de saídas do TOR e conexões VPN e via proxy). Isto foi possível devido a checagem de revogação (OSCP) feita por browsers modernos assim que é feita uma conexão a um site protegido pelo protocolo HTTPS.

Além da leitura de emails do GMail (e de poder resetar senhas de outros serviços(*) , um atacante pode ter obtido acesso a todos os outros serviços da empresa (Docs, Google+, Latitude, etc..), pois foi possível obter o "cookie de login" do google..

Normalmente os usuários podem configurar se confiam ou não em uma "root CA" - conforme descrito neste link par o caso em pauta, usando o browser Firefox. Para dicas de como fazer isto no Windows, veja aqui.

A resposta das empresas que desenvolvem browsers e sistemas operacionais que tem listas de CA's a serem confiadas - e por extensão certificados por ela assinados também o são -  foi variada: o Google, a Mozilla e Microsoft responderam revogando certificados e até mesmo a entrada da Diginotar em updates de segurança. Já a Apple até o momento deixa seus usuários a mercê sem uma atualização ou mesmo comentário sobre o assunto.

Pra quem usa Firefox, recomendo fortemente a utilização de um plugin que proporcione um maior controle quanto à confiança de autoridades certificadoras. Sugestões: Covergence , Certificate Patrol e CA-Knockout.  

 Para mais detalhes sobre as fragilidades do sistema atual e alternativas - veja a palestra de Moxie MarlinSpike na última Black Hat (Youtube -  "SSL And The Future Of Authenticity")


Mais informações relevantes já publicadas no post supra-citado:

Os Root Certificates são a base do sistema de confiança de comunicações criptografadas de comércio eletrônico, personal banking, etc - São utilizados em comunicações criptografadas e pré-cadastrados e autorizados por sistemas operacionais e navegadores, que possuem listas independentes que são enviadas aos usuários sem sua anuência.

Num exemplo corriqueiro, uma vez que um certificado SSL/TLS seja apropriadamente assinado por um destes certificados raiz, ele passa a ser "confiável" e o usuário verá o cadeado ao lado da URL iniciada porhttps no navegador - gerando uma sensação de confiança que muitas vezes pode não corresponder à realidade. (..continua.. )
E foi exatamente isto que aconteceu.. Uma vez que um atacante possua um certificado assinado por uma root CA e por conseguinte aceito pelo browser do usuário - game over. Ataques do tipo MITM(man-in-the-middle) podem ser aplicados - vide demo com o sslstrip. O resultado: nem o usuário, nem o site que utiliza https não perceberão que sua comunicação "https" está sendo "aberta" e lida por um adversário.
O CERT do governo holandês (GOVCERTNL) publicou informações sobre o incidente, incluindo o fato de ter tomado a frente da gestão da empresa comprometida. Vale a pena ler o relatório preliminar sobre o incidente - veja este PDF (FoxIt).



2) DNS - NetNames:



No tocante a ataques relacionados a DNS, nada tão sério quanto a modificação de registros DNS feita pelo governo chinês e comentada neste post - mas uma lembrança da importância de se manter segura a administração e configuração de servidores DNS.

Um grupo de defacers turco chamado TurkGuvenligi alterou a configuração de resolução DNS de vários domínios:  - redirecionando acessos dos seguintes sites para uma página do grupo:
  • www.telegraph.co.uk
  • www.vodafone.com
  • www.acer.com
  • www.ups.com
  • nationalgeographic.com
  • www.theregister.co.uk
Todos os sites são administrados pelo registrar NetNames - a empresa informou que foi vítima de um ataque de SQL Injection na sua interface administrativa. Devido à natureza do DNS, mesmo depois da correção das entradas que foram alteradas, foi necessário esperar a propagação dos endereços IPs corretos ocorrer por vários servidores DNS espalhados pelo mundo até que os sites voltassem a responder corretamente.

Observação - o grupo TurkGuvenligi é o mesmo que fez um 'defacement' no site da Microsoft Brasil há dois meses atrás.



Monday, July 4, 2011

Defacement de Site da Microsoft Brasil

O site da Microsoft Brasil (http://www.microsoft.com.br) foi "desfigurado" neste Domingo à noite. No momento em que escrevo este post, o site continua com sua home page alterada:

Para um site parecer alterado para o usuário, o servidor pode ser invadido e sua home page modificada, ou o DNS/redirecionamento que aponta para o site pode ser modificado indevidamente. No caso em pauta, tudo indica que foi o último caso - como já aconteceu, com o Twitter, e o site do Nmap, entre outros..

[ Update: por volta de 1h da manhã de 2a o site voltou ao normal ]

A última vez que o site da Microsoft Brasil havia sido desfigurado foi em 04/06/2000 - Segue Mirror: http://zone-h.org/mirror/id/12061

Tuesday, July 13, 2010

Stealth - invasão de milhares de sites wordpress para venda de Viagra e Cialis


No mundo do cibercrime, a criatividade, a adaptação e especialmente a capacidade de não chamar atenção desnecessariamente são um importante diferencial competitivo.

Todo mundo já sabe que a plataforma WordPress é um poço de vulnerabilidades e que os que ousam a utilizar precisam estar sempre atentos aos novos ataques e obviamente implementar medidas adequadas de hardening da solução.

Além disto, com a facilidade de levantamento de informações que sites como o Shodan proporcionam, estas invasões em massa tendem a ser cada vez mais comuns.

Pois bem - como todo administrador e todo usuário de Internet Exploder sabe - quem não se cuida.. é invadido - inexoravelmente. De uns anos para cá, vemos mais e mais casos de invasão de sites que não são utilizados imediatamente como plataforma de divulgação de "feitos", como defacements claros e escarrados ou a utilização do site invadido para hospedagem de páginas falsas de bancos em ataques de phishing scam.

Voltando ao tema principal do post: uma das atividades mais comuns e lucrativas utilizadas hoje pelo cibercrime é o "BlackHat SEO" - que objetiva o redirecionamento de tráfego de resultados de pesquisas em motores de busca (Google) para sites específicos que compram estes serviços - como no caso em pauta os de venda ilegal de medicamentos Viagra e Cialis.

Um pulo do gato interessante é que os termos relacionados à venda de medicamentos só aparecem caso o software utilizado (user-agent) para acesso à informação for um crawler/agent do Google (GoogleBot) (ex: inclusão no .htaccess: "RewriteCond %{HTTP_REFERER} .*gooo?gle.*"

Isto garante a bom posicionamento dos termos "anunciados" e ao mesmo tempo evita que o ataque seja descoberto facilmente. Além disto, quando os sites são acessados via Google, a página de chamada (referer) é checada e há o redicionamento par ao site do "anunciante".

As vantagens do "anunciante" são que a pontuação de importância do Google (page-rank) do site invadido será aproveitada e usuários normais do site (e administradores web) que estiverem usando navegadores comuns não repararão a alteração feita pelos atacantes "fornecedores" deste serviço.

Como pode ser visto no post da Sucuri - "Understanding and cleaning the pharma hack on Wordpress" - a seguinte pesquisa no Google revela milhares de sites atingidos pelo ataque - a grande maioria dos listados possuem instalações wordpress vulneráveis e ainda não foi corrigida, dada a natureza low-profile da campanha:

  • Para verificar se o seu site foi atingigo: inurl:site.com +"cheap viagra" or "cheap cialis"
  • Para sites no brasil: inurl:.br +"cheap viagra" or "cheap cialis"

São milhares de sites afetados no Brasil (google cache em 2010/07/13), entre eles:

- Forum do site do GDF: www.distritofederal.df.gov.br - ainda no ar - redirecionando para http://buypillz [dot] com
- Site da Faculdade de Comunicação da UnB - www.fac.unb.br
- Site da Renault - www.renault.com.br
- Revista Você RH - revistavocerh.abril.com.br
- entre milhares de outros..

Segundo a Sucuri, os sites afetados por esta campanha de ataque normalmente tiveram 3 garantias de permanência inseridas pelos atacantes.

1 – Backdoor que permite que os atacantes insira arquivos e modifiquem o banco de dados do worpress;
2 – Backdoor dentro de um ou mais plugins para inserir spam;
3 – Backdoor dentro do banco de dados usado pelos plugins.

O post da Sucuri possui detalhes de como procurar/remover esta variação específica do ataque.

Aos interessados no assunto - recomendo a seuinte fonte de referência sobre atividades de BlackHat SEO e outras atividades do ecosistema de ataques web em geral: o blog do analista de segurança holandês Dancho Danchev.

Caso um site sob sua responsabilidade foi afetado pelo ataque acima ou por outro - além dos links presentes neste post e da remoção dos 3 itens acima, recomendo o documento o APWG (Anti-Phishing Working Group): What to do if your Web site has been Hacked [pdf].

[ 14/07/2010 Update ]

Hoje tomei conhecimento que o próprio site da Sucuri (e também oComputerWorld-UOL) já haviam citado sites brasileiros envolvidos nesta campanha "Pharma".

Labels

forense (50) resposta a incidentes (40) segurança em profundidade (27) vulnerabilidade (27) treinamento (22) cyberwar (18) conferência (16) forense de memória (15) hackers (15) malware (15) blogs (14) windows (13) ddos (12) vazamento de informações (12) china (11) criptografia (11) dns (11) exploit (11) google (11) microsoft (11) ferramenta (10) memoria (10) botnet (9) csirt (9) forense de disco (9) forense de rede (9) ftk (9) legislação (9) phishing (9) 0-day (8) NIST (8) accessdata (8) encase (8) evento (8) ferramentas (8) kaspersky (8) linux (8) negação de serviço (8) netwitness (8) sans (8) volatility (8) cert.br (7) correlacionamento (7) desafios (7) forense corporativa (7) internet explorer (7) livros (7) pageviews (7) pci (7) twitter (7) usa (7) APURA (6) Guidance Software (6) espionagem industrial (6) governo (6) iccyber (6) metasploit (6) monitoração (6) privacidade (6) skype (6) techbiz (6) 0day (5) CDCiber (5) blackhat (5) brasil (5) dlp (5) falha (5) fbi (5) ids (5) inteligencia (5) java (5) memoryze (5) modelagem de ameaças (5) métricas (5) nsa (5) patch (5) pdf (5) policia federal (5) python (5) registry (5) richard bejtlich (5) rsa (5) segurança (5) segurança de rede (5) siem (5) CyberCrime (4) Enscript (4) adobe reader (4) algoritmo (4) android (4) anti-forense (4) anti-virus (4) arcsight (4) auditoria (4) backdoor (4) backtrack (4) campus party (4) ccc (4) certificação digital (4) ciberespionagem (4) defacement (4) drive-by (4) estatísticas (4) exploit kit (4) firefox (4) fud (4) gsi (4) mandiant (4) md5 (4) online (4) pentest (4) programação (4) safe browsing (4) sandbox (4) slowloris (4) ssl (4) storm worm (4) stuxnet (4) trojan (4) wikileaks (4) windows7 (4) .gov (3) ameaça (3) blackberry (3) ceic (3) chrome (3) ciberguerra (3) cloud (3) conscientização (3) crackers (3) cymru (3) dan geer (3) defesa (3) dsic (3) engenharia social (3) enisa (3) evidence (3) fast flux (3) forense digital (3) hardware (3) htcia (3) https (3) imperva (3) intel (3) ips (3) live cd (3) logs (3) man in the middle (3) networkminer (3) perícia digital (3) processo (3) ransomware (3) registro (3) reportagem (3) revista (3) risco (3) secunia (3) shodan (3) sox (3) sql injection (3) tools (3) truecrypt (3) verizon (3) virus (3) vista (3) voip (3) worm (3) .mil (2) BSIMM (2) Encase Enterprise (2) JDFSL (2) TPM (2) Virustotal (2) XSS (2) adobe flash (2) aduc (2) amazon (2) apache (2) apple (2) autenticação (2) bloqueador de escrita (2) breno silva (2) bruce schneier (2) bundestrojaner (2) cache poisoning (2) caine (2) carders (2) carnegie mellon (2) carolina dieckmann (2) carving (2) censura (2) cipav (2) cofee (2) coldboot (2) comodogate (2) conficker (2) consciência situacional (2) cooperação (2) core (2) cucko´s egg (2) cuda (2) cyberwarfare (2) database security (2) digital intelligence (2) direito digital (2) dnschanger (2) dpf (2) engenharia elétrica (2) engenharia reversa (2) etir (2) expressões regulares (2) f-response (2) finfisher (2) fingerprinting (2) firmware (2) flash (2) fraude (2) ftkimager (2) full disclosure (2) fuzzy (2) gsm (2) hacktivismo (2) hbgary (2) heap spray (2) iOS (2) immunity (2) impacto (2) insecure magazine (2) insiders (2) interceptação (2) iphone (2) irc (2) irã (2) jaquith (2) loic (2) mac (2) mastercard (2) mestrado (2) mobile (2) ms08-067 (2) openioc (2) openssl (2) otan (2) palantir (2) paypal (2) pcap (2) pdgmail (2) portugal (2) presidência (2) prisão (2) proxies (2) ptfinder (2) rbn (2) recompensa (2) recuperação (2) regripper (2) relatório (2) resumo (2) rio de janeiro (2) ross anderson (2) russia (2) securid (2) segurança por obscuridade (2) shell (2) sift (2) snort (2) snowden (2) sony (2) sorteio (2) spam (2) spoofing (2) spyeye (2) sql (2) ssd (2) stealth (2) suricata (2) sysinternals (2) tecnologia (2) trend micro (2) unb (2) usb (2) virtualização (2) visa (2) vulnerability (2) waf (2) winen (2) wireless (2) wpa (2) wpa2 (2) xry (2) zeus (2) .edu (1) .pac (1) 3g (1) ABNT (1) AR-Drone (1) AppleGate (1) Asterisk (1) Audit Viewer (1) BIOS (1) CCDCOE (1) CEF (1) CERT (1) CSI Cyber (1) CarbonBlack (1) Craig Wright (1) DC3 (1) Diginotar (1) Dilma (1) DoD (1) Equation (1) FACE (1) FRED (1) Facebook (1) Fred Cohen (1) GPU (1) Gene Spafford (1) HP (1) ICOFCS (1) ICS (1) IDMEF (1) IJDCF (1) IJDE (1) IJOFCS (1) INFOSEG (1) IODEF (1) IPv6 (1) ISIS (1) ISO (1) MAEC (1) MCT (1) MMEF (1) Michael Cloppert (1) Ministério da Defesa (1) Netwtiness (1) OVAL (1) PL84/99 (1) RH2.5 (1) RNP (1) SDDFJ (1) SbSeg (1) Seccubus (1) Stratfor (1) TED (1) TJX (1) TV5 (1) TV5Monde (1) Tallinn (1) USCyberPatriot (1) USSTRATCOM (1) VERIS (1) VRT (1) WPS (1) WiPhire (1) Wifi Protected Setup (1) Windows10 (1) XMLHttpRequest (1) YARA (1) a5/1 (1) a5/3 (1) active defense (1) adeona (1) adhd (1) aes (1) afflib (1) akamai (1) alemanha (1) ambev (1) angler (1) anti-theft (1) antisec (1) anubisnetworks (1) apt (1) apwg (1) aquisição (1) arbor (1) armoring (1) artefatos (1) artillery (1) asprox (1) assinaturas (1) atenção seletiva (1) attack (1) aurora (1) australia (1) autonomous systems (1) avg (1) avi rubin (1) avware (1) awards (1) baixaki (1) bash (1) bbc (1) bear trap (1) belkasoft (1) bgp (1) birthday attack (1) bitlocker (1) black tulip (1) blackhat seo (1) blacklist (1) blind sql injection (1) bluepex (1) bluepill (1) breaking point (1) bug (1) bulk_extractor (1) byod (1) c2c (1) capacidade (1) carbon black (1) careto (1) carnivore (1) cartão de crédito (1) cbs (1) cellebrite (1) celular (1) centera (1) cerberus (1) certificações (1) cheat sheet (1) chip (1) chris paget (1) chromium (1) citrix (1) clean pipe (1) cliff stoll (1) cloudfare (1) cloudflare (1) cloudshield (1) cnasi (1) cnet (1) cnn (1) codenomicon (1) coleta (1) comodo (1) comodobr (1) compliance (1) comsic (1) convenção de budapeste (1) convergence (1) copa do mundo (1) coreia do norte (1) corey johnson (1) cpbr (1) crime na rede (1) crise (1) cristine hoepers (1) cuckoo (1) cyberattack (1) cyberbunker (1) daemonlogger (1) dam (1) dancho danchev (1) darkmarket (1) dcom (1) decaf (1) decaf v2 (1) decloack (1) deepweb (1) defcon (1) deutche telekom (1) dfrws (1) digitask (1) dimmit (1) diário oficial (1) dnsbl (1) dnssec (1) dou (1) downadup (1) drdos (1) drwxr (1) dsd (1) dumpcap (1) dumpit (1) duqu (1) e-evidence (1) ediscovery (1) eff (1) elcomsoft (1) emc (1) emprego (1) energia (1) enigma (1) entrevista (1) escola nacional de defesa cibernetica (1) eset (1) esteganografia (1) estonia (1) estratégia (1) etld (1) europa (1) eventos (1) evil maid (1) evilgrade (1) exercito (1) exploit-db (1) exportação (1) extorsão (1) f-secure (1) falso positivo (1) fantastico (1) fatal error (1) fecomercio (1) fernando carbone (1) ff4 (1) finlândia (1) flame (1) flexispy (1) foremost (1) forense de vídeo (1) forensic focus (1) forensic magazine (1) forensics (1) forensics.wiki.br (1) forensicswiki (1) força bruta (1) frança (1) full disk encryption (1) g1 (1) gauss (1) gcih (1) ghostnet (1) globo (1) gmail (1) gpcode (1) gpl (1) gps (1) grampo (1) guardium (1) guerra (1) guilherme venere (1) hack (1) hackerazzi (1) hackingteam (1) hakin9 (1) hardening (1) harlan carvey (1) hash (1) helix (1) hitler (1) holanda (1) honeynet (1) honeypot (1) hope (1) hosts (1) hotmail (1) httpry (1) iPhoneTracker (1) idefense (1) ig (1) impressoras (1) india (1) info exame (1) insecure maganize (1) intenção (1) interpol (1) interview (1) into the boxes (1) investimento (1) ioerror (1) iphone forensics (1) ironport (1) isc2 (1) israel (1) j2ee (1) jacomo dimmit (1) jailbreak (1) javascript (1) jesse kornblum (1) jotti (1) junho 2008 (1) kaminsky (1) kasumi (1) kgb (1) kits (1) klaus steding-jessen (1) kntools (1) kraken (1) langner (1) lime (1) limites (1) lista (1) lm (1) locaweb (1) lockheed martin (1) lynis (1) lógica (1) mac memory reader (1) mac memoryze (1) macosx (1) magic lantern (1) map (1) marcapasso (1) marcelo caiado (1) marcos ferrari (1) mawlare (1) mbr (1) mcafee (1) mcgraw (1) memscript (1) metasploitable (1) mindmap (1) mit (1) mitigação (1) mitm (1) moonsols (1) moxie (1) mrtg (1) ms08-033 (1) nac (1) nessus (1) netcontinuum (1) netflow (1) networking (1) ngrep (1) nit (1) nmap (1) norma (1) norse (1) notebook (1) ntlm (1) ntop (1) ntp (1) nuclear (1) obama (1) oi (1) oisf (1) oiss (1) olimpiadas (1) openbts (1) openvas (1) opm (1) oportunidade (1) oracle (1) orkut (1) otp (1) owasp (1) packers (1) panda (1) pattern matching (1) payback (1) pcre (1) pedofilia (1) pentesting (1) perforce (1) pericia (1) perl (1) perícia (1) pfsense (1) pgp disk (1) phonecrypt (1) pki (1) ploks (1) poisoning attack (1) policia civil (1) polypack (1) port knocking (1) português (1) post-mortem (1) postgres (1) powershell (1) prefeitura (1) premiação (1) preparação (1) princeton (1) provedores (1) ps3 (1) psn (1) psyb0t (1) pushpin (1) pwn2own (1) pymail (1) quebra de sigilo (1) r2d2 (1) rainbow tables (1) rar (1) realengo (1) reação (1) record (1) referência (1) regex (1) registry viewer (1) regulamentação (1) remnux (1) renato maia (1) renault (1) replay (1) reversing labs (1) roi (1) rootkit (1) router (1) rpc (1) ruby (1) sanitização (1) santoku (1) sc magazine (1) scada (1) scanner (1) scm (1) secerno (1) second life (1) security (1) securityonion (1) senasic (1) sentrigo (1) sep (1) sequestro de dados (1) sha1 (1) shadowserver (1) shmoocon (1) siemens (1) sites (1) skorobogatov (1) slideshare (1) smartcard (1) snapcell (1) software (1) sotirov (1) sp (1) spamhaus (1) spidertrap (1) squid (1) sri (1) ssdeep (1) sseguranca (1) sslstrip (1) sting (1) stj (1) street view (1) sucuri (1) superinteressante (1) são paulo (1) takedown (1) teamcymru (1) technosecurity (1) telefônica (1) terra (1) terrorismo (1) timeline (1) tizor (1) tls (1) token (1) topcell gsm (1) tresor (1) trustwave (1) tse (1) turquia (1) txtBBSpy (1) umass (1) unix (1) urna eletrônica (1) us-cert (1) usenix (1) userassist (1) vazamentos (1) venda de senhas (1) venere (1) verdasys (1) verisign (1) videntifier (1) visualização (1) visualize (1) vivo (1) vm (1) votação (1) wargaming (1) wasc (1) web 2.0 (1) weblabyrinth (1) websense (1) whitelisting (1) whois (1) wigle (1) win32dd (1) winacq (1) windbg (1) windd (1) winifixer (1) wipe (1) wired (1) wireshark (1) wlan (1) wordpress (1) wrf (1) xerxes (1) xp (1) zdi (1) zlob (1)