
[ Update: 23/05/2013 ]
A Operação Aurora voltou a ser notícia esta semana com a divulgação feita pelo Washington Post de que além das informações de propriedade intelectual do Google (uma dentre as várias empresas atacadas durante a campanha detalhada nos Updates abaixo), foram também acessadas informações extremamente sensíveis como um banco de dados que continha dados de vários anos acerca da vigilância telemática feita pelo Governo Americano em suspeitos de Terrorismo e Espionagem de vários países, incluindo a china.
As ordens judiciais que continham informações sobre contas do Gmail que estavam sendo monitoradas por agências de segurança e inteligência americanas foram acessadas, e este conhecimento pode ter proporcionado à Pequim uma vantagem de contraespionagem incluindo o término de operações e a mudança de modus-operandi e inclusão de informações falsas para confundir e controlar os esforços de inteligência do governo norte-americano.
Mais informações:
http://www.washingtonpost.com/world/national-security/chinese-hackers-who-breached-google-gained-access-to-sensitive-data-us-officials-say/2013/05/20/51330428-be34-11e2-89c9-3be8095fe767_story.html
O site do WikiLeaks sofreu um ataque de negação de serviço logo antes de publicar as informações. No caso do WikiLeaks são tantos os interessados na não divulgação dos dados que vai ser difícil atribuir a responsabilidade (mais sobre atribuição no final deste post).
Obviamente o impacto no mundo diplomático foi gigantesco. Nos primeiros momentos já foram digeridas e publicadas por vários jornais informações impactantes presentes nas comunicações diplomáticas norte-americanas que vazaram, como:
Mas o que mais nos chamou a atenção dentre todo este material são as informações bastante interessantes sobre a Operação Aurora - mais especificamente sobre a comunicação diplomática entre os Estados Unidos e a China logo após a Operação Aurora, da qual o resto deste post trata em detalhes.
Vejam este comentário do New York Times (link exige cadastro para visualização - sugiro usar omailinator ou o bugmenot =)
"A global computer hacking effort: China’s Politburo directed the intrusion into Google’s computer systems in that country, a Chinese contact told the American Embassy in Beijing in January, one cable reported. The Google hacking was part of a coordinated campaign of computer sabotage carried out by government operatives, private security experts and Internet outlaws recruited by the Chinese government. They have broken into American government computers and those of Western allies, the Dalai Lama and American businesses since 2002, cables said."
Finalmente temos a confirmação de que o governo norte-americano sabia que a alta cúpula do governo chinês estava por trás dos ataques ocorridos nas mais de 30 empresas americanas (incluindo o Google) que resultaram em vazamento de informações confidenciais e estratégicas (inclusive código fonte)..
Isto explica, inclusive, o infra-citado apoio irrestrito concedido ao Google pelo governo dos Estados Unidos, inclusive pela Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA).
Para mais detalhes, continue lendo abaixo..
[ Update: 07/03/2010 ]
A possibilidade era bem real baseado no que já conhecíamos, mas agora
foi confirmada e temos detalhes de várias vulnerabilidades exploradas dentro da companhia, incluindo no
Software Configuration Management (SCM) utilizado pelo Google
(Perforce).
O paper da Mcafee não chega a ser muito marqueteiro, e sugere algumas boas contramedidas recomendadas para as vulnerabilidades exploradas. Baixe-o
aqui.
Mais informações:
[ Update: 10/02/2010 ]
A
HBGary - empresa especialista em
Malware Analysis e
Memory Forensics - acaba de lançar
um relatório bastante completo incluindo dicas de deteção e remoção de variantes - utilizando
técnicas fuzzy - sobre o principal malware utilizado nos ataques conhecidos como "Operação Aurora".
Vale ressaltar que desde o lançamento do
boletim MS10-002 da Microsoft (e consequente publicação do
módulo do metasploit framework para exploração da vulnerabilidade) - há uma crescente utilização deste vetor de ataque em outros incidentes pelo mundo.
No relatório da HBGary são fornecidas informações valiosas, incluindo um
inoculation shot (nome marketeiro para vacina) para eliminar o malware e suas variantes (a taxa de ~90% de similaridade é recomendada) remotamente (via WMI / ePO / AD) em uma rede corporativa.
Além da já conhecida capacidade avançada de análise gráfica de instruções de códigos em execução - que pode ser vista acima em um parser do Command & Control do malware, existem outras as funcionalidades interessantes no principal produto da HBGary:
Responder Pro 2.0.
Uma delas é a geração de um
Digital DNA baseado no comportamento, idioma, algoritimos e métodos utilizados pelos desenvolvedores do malware (a partir das instruções executadas em memória). Isto pode pode facilitar o processo de
atribuição de responsabilidade e separação de grupos distintos de desenvolvedores em ataques similares.
A capacidade de visualização da ferramenta se extende a outros usos, como pode ser visto abaixo, com o timeline em segundos da execução do
Dropper (A), do
serviço svchost.exe (B) utilizado para executar o
payload do malware (C) e o .
BAT que remove - a maioria - dos rastros (D):
Muitos outros detalhes podem ser verificados no excelente paper publicado pela HBGary há poucas horas.
[ Update: 03/02/2010 ]
Para os que acreditam que a Operação Aurora e a discussão sobre Cyber War "China vs US" já é assunto ultrapassado, é
FUD, ou foi apenas uma manchete temporária, talvez valha a pena salientar o real impacto relacionado aos ataques e técnicas discutidas neste artigo
.
Com este objetivo, fiz questão de adicionar este rápido update para ressaltar a real importância da questão em pauta.
A operação Aurora e a escalada do cyber crime / cyberwar foi o primeiro e principal assunto que o chefe da inteligência americana, Dennis Cutler Blair levou ao Senado dos Estados Unidos em uma declaração preparada por todas as agências de segurança americanas - mais detalhes / video (a partir de 41m:45s) (Selected Committee on Intelligence SH-216 - "Open Hearing: Current and Projected Threats to the United States").
[ Update: 31/01/2010 ]
Em 2008, me deparei com a pergunta "
Quais seriam os Procedimentos (incluindo a preparação) em alto nível para tratar um incidente de suspeita de vazamento de dados?"
Para responder de uma maneira mais completa ao problema proposto, o ideal é que a equipe de resposta a incidentes responsável possa contar com 4 tipos de soluções, listadas por ordem de importância para o caso em pauta:
I - Uma infra-estrutura de "Network Forensics" que seja capaz de reconstruir e fazer o "replay" dos pacotes relacionados ao ataque (ex: NetWitness NextGen / CA Network Forensics)
II - Uma solução de SIEM/SEM para correlacionamento em near-real time dos logs (firewall, roteadores, servidor comprometido, ids/ips, dhcp, dns, aplicações internas, catracas de acesso, sistema de ponto, controle de acesso lógico, etc) (ex: ArcSight / ISM Intellitatics / Symantec SIM)
III - Uma solução (idealmente enterprise) de forense computacional que possibilite a análise de dados voláteis (incluindo memória) e de disco (ex: Encase Enterprise / F-Response / AccessData Enterprise )
IV - Uma ferarmenta de monitoração de atividade de desktops (ex: SpectorCNE, WorkExaminer) [item incluído em 18/10/2009]
Tentarei exemplificar o porque do posicionamento de uma solução de Forense de Rede em primeiro lugar na lista acima, me aproveitando de dados um caso tão complexo e sério quanto a Operação Aurora.
Para facilitar este trabalho, chegou às minhas mãos um material da NetWitness descrevendo as ações que podem ser tomadas por seus usuários para verificar se foram afetados pelo ataque descrito e com informações OSINT (Open Source Intelligence) obtidas da internet:
I - criar filtros para verificar conexões entrantes e saintes a partir dos seguintes hosts:
yahooo.8866.org
sl1.homelinux.org
360.homeunix.com
li107‐40.members.linode.com
ftp2.homeunix.com
update.ourhobby.com
II - verificar conexões SSL vindas do domínio homelinux.org, utilizando o TLS parser
III - checar tráfego destinado aos endereços IP dos servidores de Comando e Controle utilizados durante o ataque:
69.164.192.40
125.76.246.220
210.202.197.225
IV - utilizar a capacidade da solução de misturar diferentes camadas em regras para detectar atividades de beaconing:
service
=
80
&&
action
=
put
&&
client
=
'lynx'
(service
=
80
&&
action
=
put
&&
tcp.dstport
=
8080)
&&
(payload
=
939
&&
extension
=
zip,rm,jpg)
(ip.src
=
125.76.246.220,210.202.197.225
||
ip.dst
=
125.76.246.220,210.202.197.225)
&&
(service
=
80
&&
action
=
put)
alias.host
=
yahooo.8866.org,
sl1.homelinux.org,
360.homeunix.com,
li10740.members.linode.com,
ftp2.homeunix.com,update.ourhobby.com
ip.src
=
69.164.192.40,125.76.246.220,210.202.197.225
||
ip.dst
=
69.164.192.40,125.76.246.220,210.202.197.225
Para quem nunca viu a interface do Investigator da Netwitness (que tem versão free) - segue um snapshot de um dos filtros citados acima em uma rede comprometida pela Operação Aurora:
Além disto, as seguintes
recomendações são dadas pela NetWitness:
1. Watchlist "usuarios" seguindo o seguinte critério:
a. Executivos e/ou Autoridades
b. Administradores de Sistemas com acesso privilegiado
c. Empregados que recentemente foram citados pela imprensa
2. Watchlist "extensões" contendo minimamente:
a. Executáveis (EXE, COM, BAT,
SCR, CMD, PIF)
b. Documentos que exploram vulnerabilidades: PDF, DOC, XLS, PPT, CHM
c. Arquivos Compactados (zip,
rar,
etc)
3. Watchlist de estações, servidores e hosts relacionados aos usuários da watchlist 1.
4. Avaliar TODO tráfego por quesitos que envolvam a combinação destas entidades, procurando por variações do comportamento normal.
[ Post Original : 16/01/2010 ]
Antes de mais nada, é necessário perceber que o que foi divulgado
pelo Google na última semana não chega a ser uma novidade, e nem uma tática nova
utilizada pelo governo Chinês ou
outros.
A mídia especializada tem feito alguns comentários sobre o
anúncio de que mais de 30 (ou 100?) empresas americanas (Google, Adobe, Microsoft, Juniper, Symantec, Yahoo, Northrup Grumman, Dow Chemical, entre outras - ex: setor de energia) foram atacadas de forma coordenada e praticamente simultânea por hackers supostamente patrocinados pelo governo Chinês (Operação Aurora - FAQ).
O principal objetivo dos atacantes foi a permanência prolongada nas redes internas das empresas afetadas para obtenção de informações privilegiadas e propriedade intelectual..
A Inglaterra também divulgou que têm sido atacada pelos chineses de maneira semelhante.
A desconfiança do envolvimento do governo chinês nos ataques passou a ter contornos mais detalhados a partir da revelação de analistas de malware sobre
a utilização de um algorítimo incomum de criptografia (CRC-16) em
no principal trojans utilizados e sua similaridade com papers
somente publicados em chinês.
Hoje
já se sabe - por exemplo -
que os atacantes exploraram a infra-estrutura de acesso a a contas do Gmail que o Google montou especialmente para a Polícia acessar em casos de quebra de sigilo autorizado pela Justiça.
O incidente em pauta é muito útil para diferenciar ataques avançados e críticos de problemas comuns de segurança e para avaliar se as contra-medidas que possuímos estão adequadas para abordar ambos os tipos de ataques.
As
análises que já foram publicadas sobre o caso incluem "erros" que foram cometidos pelos hackers - como executar o ataque de forma concomintante em múltiplas empresas e utilizar um só servidor
dropbox para enviar os dados (código fonte, informações confidenciais) roubados - facilitando assim que os analistas do Google descobrissem as outras empresas atingidas.
A indústria de segurança e a opinião pública já tiveram várias diferentes reações sobre o ocorrido. O nosso objetivo é tecer alguns comentários sobre o assunto sob a luz de alguns conceitos apresentados em posts anteriores neste blog:
- Risco, Vulnerabilidade, Ameaça e Impacto (reloaded)
É fundamental conhecer as reais ameaças a que uma empresa (ou país) está exposto. E certamente este episódio - pela sua magnitude de divulgação - servirá a este propósito em nível nacional (US). Expandindo os componentes do termo "Ameaça", encontramos três fundamentais conceitos que por si só demonstram a seriedade e complexidade do caso em pauta:
- Intenção: tende a ser dependente de indústria e situação. Neste caso, apesar da grande ênfase da mídia na invasão de contas do Gmail de oponentes ao governo Chinês, o roubo de propriedade intelectual e possivel injeção de código malicioso nos programas destas 100 empresas americanas é o que mais chama a atenção. É importante notar que a intenção do atacante não pode ser influenciada por nenhuma ação de Segurança.
- Oportunidade: timing apropriado e conhecimento do alvo. Neste caso, o ataque que se iniciou com phishing direcionado (ou spear phishing) utilizou uma vulnerabilidade 0-day do Internet Explorer (0-day pero no mucho) - detalhes aqui (que inclusive já está disponível no MSF). O navegador era certamente era utilizado pelas empresas alvo, o ataque usou vários níveis de criptografia - para "bypassar" ferramentas DLP e similares, trojans comuns misturados à trojans especialmente desenvolvidos com protocolos específicos de comunicação via porta 443 - e uma chave criptográfica diferente para cada cliente - para vencer os anti-vírus, HIPS e NIDS/IPS.
- Capacidade: é a habilidade financeira, humana e técnica de alcançar o objetivo de ataque e aproveitar a oportunidade. Certamente com o apoio e investimento do governo e ter os melhores hackers do mundo ajuda a China a obter seus objetivos de silenciar vozes que se levantam contra o regime - mesmo fora do país e a roubar informações privilegiadas de empresas pelo mundo.
- 7 (ou mais) Conceitos em Seguranca alem da Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade
O conceito de APT -"Advanced Persistent Threat" - se de ataques contínuos utilizando amplos recursos (muito tempo e dinheiro investidos com firme propósito/intenção), em ataques que são altamente sofisticados e claramente direcionados. Neste tipo de situação, as defesas tradicionais e genéricas são inúteis. Para mais detalhes sobre o termo APT, sugiro este link.
Um Anti-Vírus e um IDS/IPS - por melhor que sejam - são tecnologias moribundas, baseadas em assinatura e dependentes de já conhecerem o ataque - e por isto mesmo não detectarão códigos maliciosos customizados, ainda mais com vários níveis de evasão e criptografia como foi o caso do ataque em pauta.
Por melhor que seja um programa de gerenciamento de patches, um ataque utilizando uma vulnerabilidade 0-day como a que foi explorada nestes ataques direcionados funcionará em 100% das máquinas atacadas.
-
E quando o atacante usa uma combinação de engenharia social (email/IM) e técnicas de "Drive-By Download", nem mesmo um anexo (doc, exe, ou pdf) precisa ser utilizado. Basta que um funcionário da empresa acesse um site utilizando - no caso - um Internet Explorer (6,7,8) para que o ataque tenha sucesso. Mais detalhes sobre o exploit utilizado, aqui. (update - a Microsoft lançou uma correção para o bug - que ela já conhecia desde setembro - e outras 7 vulnerabilidades do IE - veja o boletim e baixe o patch aqui).
Talvez você esteja pensando - então não há como escapar! E - adivinhe - você está certo. Fazendo uma comparação com crimes reais - se você está preocupado com batedores de carteira, é bom sair de casa sem muito dinheiro no bolso, poucos documentos e sem relógio, além de evitar horários e lugares perigosos. Isto equivale no mundo virtual a defesa tradicional de AV/IDS/etc.
-
- Mas se há um grupo profissional de criminosos atrás especialmente de você, a única forma de reagir eficientemente a esta situação é expô-los às autoridades e torcer para que eles sejam preso. Bem vindo ao mundo das Ameaças Persistentes e Avançadas (APT). Uma boa descrição das fases normalmente encontradas em ataques avançados e persistentes pode ser encontrada aqui:
-
- A melhor forma de iniciar um contra-ataque efetivo às Ameaças Persitentes e Avançadas é expor o inimigo adequadamente e assim avançar no campo de batalha - em outras esferas de contra-ataque - enquanto tentar minimizar o prejuízo em casa.
No caso de uma empresa atacada pelo crime organizado, isto pode ser feito envolvendo a polícia e a justiça para prender os responsáveis. No caso de várias empresas de um país sendo atacadas por um outro - como é o caso da "China vs Google + 30"- o caminho é envolver oficialmente o próprio governo americano na resposta ao incidente.
Em ambos os casos, uma resposta responsável envolve a divulgação - minimamente para as partes afetadas e idealmente para a opinião pública - do ocorrido. O próximo passo é analisar e categorizar os atacantes (mais detalhes sobre isto ao final deste post), ferramentas, vulnerabilidades, processos e erros cometidos e obviamente modificar suas defesas baseado no que você vai encontrar durante a sua resposta a incidentes / forense do ocorrido.
A mensagem para todas as empresas e países é: não adianta se retrair e tentar abafar o ocorrido, é necessário concentrar esforços na reação adequada a este tipo avançado de incidente e revisar a postura de segurança do ponto de vista de ameaças e atacantes reais e avançados e não tentar se esconder confortavelmente atrás de checklists de itens de compliance e conformidade ou de qualquer sigla de norma da área de segurança.
-
O governo alemão já deu o primeiro passo - proibiu terminantemente o uso de Internet Explorer - iniciativa que já foi seguida pelo governo Francês. Já é um começo.. O Google anunciou que vai parar de censurar resultados na China. E o governo americano já começou a se movimentar lentamente...
- Um outro desdobramento interessante deste evento será acompanhar como as empresas atacadas e o governo americano irão responder as respostas evasivas da China (e também contra-acusações), considerando a dificuldade de se atribuir a responsabilidade de um ataque cibernético a uma pessoa,quanto mais a um país!
- Atribuição de responsabilidade envolve identificar a ameaça, com o máximo de detalhes do ponto de vista de seus desdobramentos (Capacidade/Intenção/Oportunidade).
- Richard Beijtlich e Mike Cloppert sugerem 20 características para atribuição da responsabilidade (ou autoria) de ataques cibernéticos - e isto pode servir de ponto de partida para que iniciemos uma resposta a ataques persistentes e avançados (APT) em nossas organizações: 1)Timing, 2)Vítimas, 3)Origem, 4)Mecanismo de Entrada, 5)Vulnerabilidade ou Exposição, 6)Exploit ou Payload, 7)Weaponization, 8)Atividade pós-exploração, 9)Método de Comando e Controle, 10)Servidores de Comando e Controle, 11)Ferramentas, 12)Mecanismo de Persistência, 13)Método de Propagação, 14)Dados Alvo, 15)Compactação de Dados, 16)Modo de Extrafiltração, 17)Atribuição Externa, 18)Profissionalismo, 19)Variedade de Técnicas, e 20)Escopo.
Na minha opinião, apesar de APT agora estar entrando na moda, a sigla não importa tanto. O fundamental é tentar aproveitar ao máximo deste tipo de incidente e discussão para avaliar seriamente a sua capacidade de visibilidade e estratégias de detecção e reação contra roubo de informações e espionagem industrial perpetrada seja por quem for.
有时,重要的是要怕!
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