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Thursday, March 19, 2015

Online Security Tools (Malware, Sandboxes, Hash Checking, Cracking, DNSBL, SSL, BGP)



Online Security Tools (Malware, Sandboxes, Hash Checking, Cracking, DNSBL, SSL, BGP)

[ Last Update: 03/19/2015]

Some readers and friends convinced me recently to start posting some articles in english as well - to reach a wider audience. Lets start with a quick post containing a list of very useful online security tools. The services are very useful for incident responders, forensicators and security information practitioners. Enjoy:

Multiple AV Analysis:
http://www.virustotal.com
http://virusscan.jotti.org
http://virscan.org
http://scanner.novirusthanks.org

Sandboxes:
http://camas.comodo.com
http://www.threattracksecurity.com/resources/sandbox-malware-analysis.aspx
http://urlquery.net/
http://malwr.com
http://anubis.iseclab.org
http://mwanalysis.com
http://www.norman.com
http://www.sunbeltsoftware.com
http://www.threatexpert.com

PE File Analyzer:
http://pev.sf.net.


Document Analysis:
https://malwaretracker.com/doc.php
http://www.joedoc.org
https://www.vicheck.ca
http://wepawet.iseclab.org
http://jsunpack.jeek.org
http://www.adopstools.com/ (flash)
https://blog.honeynet.org.my/gallus/upload/about


WhiteLists/BlackLists Hash Checking:
http://fileadvisor.bit9.com
https://hash.cymru.com
http://isc.sans.edu/tools/hashsearch.html
http://bin-test.shadowserver.org
http://isc.sans.edu/tools/hashsearch.html
http://www.team-cymru.org/Services/MHR/
http://www.nsrl.nist.gov/
http://www.bit9.com/products/bit9-global-software-registry.php
https://www.owasp.org/index.php/OWASP_File_Hash_Repository

Cracking for WPA/WPA2, LM e NTLM:
https://www.cloudcracker.com

Other Hash Crackers Online (MD5,SHA1&256,LM,NTLM,MySQL):
http://www.objectif-securite.ch/
http://md5.thekaine.de/
http://hashcrack.ath.cx/onlinehashcrackers.htm

Multiple DNSBL Checking (Spam):
http://multirbl.valli.org
http://mxtoolbox.com

Network captures Analysis:
http://cloudshark.org
http://pcapr.net


SSL Testing:
https://www.ssllabs.com/ssldb/
http://www.serversniff.net/content.php?do=ssl


IPs/URLs Analysis:
http://trasir.com/
http://www.ipvoid.com
http://www.urlvoid.com
http://www.google.com/safebrowsing/diagnostic?site=example.com
http://www.unmaskparasites.com
http://www.hackerfantastic.com

Autonomous Systems and BGP Monitoring:
http://bgpmon.net
http://cyclops.cs.ucla.edu
http://maliciousnetworks.org

Wednesday, May 15, 2013

Combate a malware com inteligência no endpoint - VirusTotal e CarbonBlack


A Virustotal e CarbonBlack anunciaram mais uma parceria que proporciona um avanço significativo aos analistas de segurança e às empresas que precisam lidar com cada vez mais espécimes diferentes de códigos maliciosos, diariamente.

A Virustotal - empresa espanhola adquirida pelo Google há menos de um ano - é a líder mundial em análise de malwares concomitantemente em múltiplos motores de Anti-Vírus (44 para ser exato) - e é uma ferramenta conhecida de equipes de Segurança e Resposta a Incidentes há vários anos.

O CarbonBlack é uma ferramenta revolucionária de resposta a incidentes, que permite que empresas monitorem de 100 a 100.000 máquinas com um baixo investimento em hardware (um servidor a cada 10mil máquinas, sem utilização de appliances) e utilizando apenas um pequeno sensor nas máquinas monitoradas (processos, alterações em file-system, registro, conexões de rede, etc). Eu comecei a acompanhar e testar o desenvolvimento da CarbonBlack em 2011, quando através dos livros e posts de Harlan Carvey fui convencido de sua eficiência e da importância do investimento na preparação pré-incidentes nos endpoints.

O relacionamento entre as duas empresas se iniciou através de um plugin para a ferramenta da CarbonBlack, que permite que todos os processos executados em máquinas monitoradas pela solução sejam verificados pelo VirusTotal (44 anti-vírus). Mas isto é acessível  apenas às empresas que possuem a solução CarbonBlack instalada em seus computadores.

Hoje foi anunciada uma parceria que provê dados da cadeia de execução de binários (especialmente malwares), através de uma nova seção acessível nas análises do VirusTotal, chamada "Relationships". Como o CarbonBlack controla quais foram os processos responsáveis pela criação de novos binários no sistema (ou a execução de binários já existentes), situações muito comuns como a exploração de aplicações vulneráveis (Java, Adobe Reader, Browsers, etc) e ataques com vários estágio (exemplo: dropper -> downloader -> backdoor) podem ser investigados de forma rápida e centralizada. 

Alguns outros benefícios imediatos da parceria para os clientes de ambas empresas são os seguintes:
  • Feedback em tempo real da comunidade VirusTotal  sobre novos binários executados na empresa;
  • Update em tempo real de binários suspeitos assim que as diferentes empresas de Anti-Vírus respondem às novas ameaças;
  • A capacidade de visualizar o relacionamento entre binários para se preparar ,detecar e responder a ataques envolvendo malwares (mesmo os não identificados pela principal ferramenta de AV da organização);
  • Notificação avançada de novos ataques 0day.
Mais informações:

Shameless Plug - A Apura é representante exclusiva da CarbonBlack no Brasil.

Sunday, March 10, 2013

Metodologias de Resposta a Incidentes

O CERT do Banco Societe Generale, da França, publicou uma atualização em seu material de "Metodologias de Resposta a Incidentes". 

As metodologias são divididas em várias fases: Preparação, Identificação, Contenção, Remediação, Recuperação e Encerramento.

Existem metodologias para 15 tipos diferentes de incidentes, publicados sob a licença Creative Commons Attribution 3.0
  • IRM-1 : Worm infection
  • IRM-2 : Windows intrusion
  • IRM-3 : Unix intrusion
  • IRM-4 : Distributed Denial of Service
  • IRM-5 : Malicious Network Behaviour
  • IRM-6 : Website Defacement
  • IRM-7 : Windows Malware Detection
  • IRM-8 : Blackmail
  • IRM-9 : Malware on smartphone
  • IRM-10 : Social Engineering
  • IRM-11 : Information Leakage
  • IRM-12 : Insider Abuse
  • IRM-13 : Phishing
  • IRM-14 : Scam
  • IRM-15 : Trademark Infringement
Link: http://cert.societegenerale.com/en/publications.html

Wednesday, February 27, 2013

Como escrever relatorios/laudos de Forense Computacional e Analise de Malwares


Muitos analistas e peritos possuem todo o know-how e skill técnico para executar um trabalho de Resposta a Incidentes e Forense Computacional, dominam as ferramentas, as técnicas, e até mesmo os processos e procedimentos necessários para garantir a integridade do processo e a validade das evidências e provas coletadas. 

Porém, uma das partes mais importantes neste tipo de atividade é o relatório final, aquele que será escrutinado e atacado por suas possíveis deficiências. São fatores importantes desde a adequação ao público-alvo, organização e apresentação dos achados até a sustentação dos argumentos e hipóteses que levaram às conclusões apresentadas.

Infelizmente não há muito material de qualidade disponível sobre este tema, apesar de alguns livros tratarem deste assunto de forma adequada. A boa notícia é que nesta semana dois artigos relevantes foram publicados sobre aspectos relacionados à escrita de relatórios:

O Brad Garnett publicou no blog do SANS Institute o post "Report Writing for Digital Forensics: Part II"

1- http://computer-forensics.sans.org/blog/2013/02/26/report-writing-digital-forensics-part-ii

Este post é uma continuação de um excelente material que já havia sido publicado em 2010: 
2- http://computer-forensics.sans.org/blog/2010/08/25/intro-report-writing-digital-forensics

Coincidentemente, o Lenny Zeltser publicou "What to include in a Malware Analysis Report"


3 - http://www.zeltser.com/reverse-malware/malware-analysis-report.html


Além das novas referências, aproveito para divulgar outros materiais online que são relevantes aos interessados pelo o assunto:


4 - NIJ/DoJ - Forensic Examination of Digital Evidence: A Guide for Law Enforcement

https://www.ncjrs.gov/pdffiles1/nij/199408.pdf

5 - NIST - SP800-86 - Guide to Integrating Forensic Techniques into Incident Response
http://csrc.nist.gov/publications/nistpubs/800-86/SP800-86.pdf


6 - DoJ - Obtaining and Admitting Electronic Evidence
http://www.justice.gov/usao/eousa/foia_reading_room/usab5906.pdf

7 - Sans Institute - Becoming a Forensic Investigator
http://www.sans.org/reading_room/whitepapers/forensics/forensic-investigator_1453



PS: Você conhece outras referências importantes sobre o assunto que não foram mencionadas? Por favor ajude a divulgar, inserindo o link nos comentários deste post.

Monday, January 14, 2013

MEGAPOST: 13 novidades para começar 2013: Vulnerabilidades, Ferramentas, Conferencias e mais

Iniciamos o ano passado com um "Megapost", vamos manter a tradição em 2013 com com alguns assuntos para começar este ano com o pé direito!

Vulnerabilidades e Exploits:

  • O Java começa muito mal o ano, com um 0day em ativa exploração e da Oracle para todas as versões do Java 7 (e 6.10+).  Desabilite (ou desinstale) o Java imediatamente do seu browser. Se você precisa dele (para usar o Internet Banking por exemplo), separe um browser específico para isto. Para usuários de Windows, as dicas presentes no artigo "A saga de se manter seguro usando Windows" continuam valendo. 
Ferramentas:
    • O Malformity inclui "transforms" (ou seja, operações que podem ser feitas por objetos presentes nos gráficos do Maltego) de três serviços interessantes para análise de malware: Malwr, ThreatExpert, and ViCheck - Para saber mais sobre estes e outros serviços online para profissionais de segurança veja nosso post "SegOnline - Sites Ferramentas de Segurança"
    • Existe também um módulo do Maltego focado em pentests, chamado Sploitego (lançado durante a Defcon 20).
  • VmXray - Navegue, visualize e salve o conteúdo de discos virtuais usando apenas o seu browser (HTML5).
    • Disk image formats: Raw, VMWare single and multi-file VMDKs, QEMU/KVM QCOW2 , Virtualbox VDI, ISO.
    • Filesystems: ext2, ext3, ext4, FAT, NTFS.
    • Volume managers: Linux LVM  

Conferências:
  • A 29a edição de uma das melhores conferências de segurança do mundo (CCC) acabou há pouco e finalmente todo material está disponível online em http://ftp.ccc.de/congress/2012/. Meu destaque vai para as seguintes - imperdíveis - palestras:
  • Workshop on Real-World Cryptography - Stanford University, Jan., 9-11, 2013
  • Em 2012, estivemos envolvidos na elaboração diversos Desafios Forenses, alguns online e a maioria em conferências como o Campus Party (SP e Recife) e o ICCyber (Brasília). Em breve, a Apura vai estar presente na CampusParty 2013, palestrando e também promovendo o Desafio Forense juntamente com o Team Cymru, por convite do CERT.BR. 

Blog Posts de Destaque:
Notícia:

Thursday, September 20, 2012

Sites-Ferramentas de Segurança

Acesso rápido a esta página: http://tinyurl.com/segonline
[ Post Original: 21/07/2010 | Última atualização: 30/09/2012 ]


Não deixe também de conferir a "Lista de (Listas de Ferramentas de Segurança)" em http://tinyurl.com/sectoollist


A internet e a WEB 2.0 estão aí para facilitar todas as atividades profissionais, e por que não também a segurança da informação? Hoje em dia muitas análises são auxiliadas por ferramentas online.

Eu ia tuitar sobre um novo serviço de verificação em várias blacklists de IPs e URLs online, mas resolvi fazer um post mais completo sobre estes sites que facilitam tanto a vida de profissionais de Segurança da Informação.

Tentei também priorizar serviços gratuitos e abrangentes (que executam verificações com multiplas engines de anti-virus, por exemplo) do que sites de empresas específicas.

É importante notar que vários destes sites possuem EULAs e qualquer consulta/submissão a eles deve ser calculada do ponto de vista da confidencialidade dos dados tratados pelo profissional que está utilizando os serviços.

Aguardo a sua colaboração para ampliar com qualidade e manter esta lista sempre atualizada.

Ferramentas de monitoração de Autonomous Systems (BGP) contribuíção de Daniel Kratz neste outro post: http://tinyurl.com/sectoollist

BGPMON.net
cyclops.cs.ucla.edu

Informações rápidas sobre um domínio, IP, URL e emails (servidores):
http://trasir.com/ (update: 16/12/2011)

Série de ferramentas para pentest:

Port Scanner: http://scan.subhashdasyam.com/port-scanner.php
VNC Scanner: http://scan.subhashdasyam.com/vnc-scanner.php
RDP Scanner: http://scan.subhashdasyam.com/remote-desktop-scanner.php
SSH Scanner: http://scan.subhashdasyam.com/ssh-scanner.php
LFI Scanner: http://scan.subhashdasyam.com/lfi-scanner.php
Admin Page Bruter: http://scan.subhashdasyam.com/admin-page-finder.php

Lista de Sites para localização de informações pessoais (*):
http://computercrimeinfo.com/info.html


Análise de IPs/URLs:
http://www.urlvoid.com
http://www.google.com/safebrowsing/diagnostic?site=example.com
http://www.unmaskparasites.com
Análise de IPs em múltiplas DNSBL (Spam):
http://multirbl.valli.org

Top 20 Malicious Autonomous Systems
http://maliciousnetworks.org

Análise de Malware em múltiplos Anti-Vírus

http://www.virustotal.com
http://virusscan.jotti.org
http://virscan.org
http://scanner.novirusthanks.org

Sandboxes (reporte de execução):
http://urlquery.net/
http://malwr.com
http://anubis.iseclab.org
http://www.norman.com
http://www.joedoc.org
https://www.vicheck.ca
http://wepawet.iseclab.org
CloudCracker (serviço pago, para WPA/WPA2, LM e NTLM)
https://www.cloudcracker.com (update em 2012/02/16)

Lista de Hash Crackers Online (MD5,SHA1&256,LM,NTLM,MySQL)
Outras Listas de Ferramentas Online:

Friday, January 21, 2011

Sequestro de dados e extorsão - da Rússia para o Brasil (RansomWare)


[ Update - 21/01/2011 ]

Os malwares da categoria RansomWare existem desde 1989 mas continuam a se multiplicar... Algumas versōes são um tiro no pé dos autores. Como este caso abaixo.

A variante Trojan.Bootlock teve sua análise recentemente postada no blog da Symantec. O post mostra a tela que, mas não mostra o processo de "recuperação" dos dados através da obtenção da passphrase "que inclui mais de 16 símbolos" para descriptografar a máquina afetada.

O "pedido de resgate" pode ser visto nesta captura de tela. Note o nome utilizado: "RBN Encryptor" - possivelmente faz referência a uma antiga denominação de um grupo de cribercrime Russo (Russian Business Network).

O problema é que neste caso específico, como só a MBR (Master Boot Record) foi "criptografada", ou seja - qualquer um que procurar pelo assunto na internet perceberá que não é necessário pagar os US$ 100 cobrados pelos criminosos, e é possível restaurar o disco com qualquer ferramenta de Recovery de MBR como a da própria Symantec..

Os sistemas utilizados para receber o pagamentos são versões underground do Paypal [Ukash e Paysafecard].

O FAQ da quadrilha é muito interessante também, veja a primeira resposta:
Q: How can you assure me to provide the right password once it is pais? (sic)
A: We need not to cheat on you. Once you purchase a payment voucher..
Hmm.. Será? =)

[ Post Original - 03/05/2009 ]

A Linha Defensiva divulgou ontem a análise de um código malicioso que depois de se instalar, impede o acesso à aplicações e documentos (word, excel, powerpoint, msn, calc, adobe reader, meus documentos, paint, gerenciador de tarefas, etc.. ) do computador infectado - este tipo de código malicioso tem sido chamado de "ransomware".

A idéia de "sequestrar" os dados de um computador é antiga, e o Fábio nos remete ao vírus "Aids Info Disk", de 1989 - que alterava o Autoexec.bat das máquinas e criptografava os dados, requisitando um "resgate" de 378 dólares. Análise técnica (da época) aqui.

Recentemente a idéia foi revisitada (desde 2005 até hoje) por criadores de malware russos responsáveis pelo GPCODE, que em sua última versão (.AK) exige 300 dólares de resgate para que o usuário possa voltar a ter acesso aos documentos que foram criptografados com uma chave RSA de 1024 bits.

A versão brasileira funciona de uma maneira similar à versão russa, mas não informa ao usuário que os dados foram "sequestrados". Se o usuário tenta acessar um dos objetos bloqueados pelo malware, uma mensagem falsa de erro do Windows é apresentada e é oferecida a instalação de um falso programa de segurança chamado "Byte Clark" (cuidado ao acessar o site a seguir: www.byteclark.com.br) - ele - adivinhe - é único que corrige o falso bug apresentado na imagem acima ("Windows Versão 4817.3812 32 bytes").

Até o momento a maneira de propagação do malware é via email: a vítima recebe uma mensagem com o assunto: "Olá, estou te enviando meu convite de formatura com local, data e hora", e um arquivo .PPT anexo que inicia a infecção da máquina do usuário vítima.

No site da falsa empresa de segurança, há informações sobre o pagamento para o resgate dos dados sequestrados (ou melhor, para a correção do erro "Windows Versão 4817.3812 32 bytes"). Pasmem de novo: é informada uma conta válida da Caixa Econômica Federal:

Favorecido: Rodolfo Esteves B. da S.
Agência: 0233 OP: 013 Conta: 00002369-7


Nas informações de whois do registro.br, o responsável pelo domínio é o Sr. "Luiz Trojahn". Curioso nome...

No caso de 1989, o inglês responsável foi preso rapidamente. Esperamos que as autoridades brasileiras consigam prender o copy-cat brazuca o mais rápido possível.

Update (05/05/2009):

O Fábio nos informou que: "O malware impede o acesso aos softwares listados através de um GetActiveWindow, identificando o processo que está rodando e dando o comando para fechá-lo. Ele não aplica nenhuma criptografia ou wipe nos arquivos do usuário, como faria um ransomware mais avançado. Ele se instala na inicialização e impede o acesso ao registro e ao gerenciador de tarefas para dificultar a remoção.

Encaminhamos denúncia a Polícia Federal, CERT e registro.br sobre o incidente para que tomem as providências cabíveis".



Análises do ransomware brasileiro:


Thursday, July 8, 2010

Remnux - Distribuição para Análise de Malware

[ Update 2011/01/13 - Lançada a versão 2.0 do REMNUX ]
[ Post Original - 2010/07/08 ]
O Lenny Zeltser - já citado por aqui pelos seus cheat sheets de segurança, acaba de lançar uma VM baseada em Ubuntu com o foco em análise de Malware chamada REMNUX.
Download da VM REMUX: http://www.megaupload.com/?d=WPRV5Z2K (548Mb)
Entre as ferramentas disponíveis na distribuição, estão:
Analyzing Flash malware: swftools, flasm, flare
Analyzing IRC bots: IRC server (Inspire IRCd) and client (Irssi). To launch the IRC server, type “ircd start”; to shut it down “ircd stop”. To launch the IRC client, type “irc”.
Network-monitoring and interactions: Wireshark, Honeyd, INetSim, fakedns and fakesmtp scripts, NetCat
JavaScript deobfuscation: Firefox with Firebug, NoScript and JavaScript Deobfuscator extensions, Rhino debugger, two versions of patched SpiderMonkey, Windows Script Decoder, Jsunpack-n
Interacting with web malware in the lab: TinyHTTPd, Paros proxy
Analyzing shellcode: gdb, objdump, Radare (hex editor+disassembler), shellcode2exe
Dealing with protected executables: upx, packerid, bytehist, xorsearch, TRiD
Malicious PDF analysis: Dider’s PDF tools, Origami framework, Jsunpack-n, pdftk
Memory forensics: Volatility Framework and malware-related plu
Miscellaneous: unzip, strings, ssdeep, feh image viewer, SciTE text editor, OpenSSH server

Sunday, May 30, 2010

Forense de Memória - Uma comparação de Ferramentas Disponíveis



[ 30/05/2010 - Update]

No post original de 2008 (abaixo) há uma lista de ferramentas de dump e análise de memória. Como não atualizo a lista há muito tempo, aproveito para divulgar um post do Tony sobre uma nova versão do Win32dd (e Win64dd), o MoonSols Windows Memory Toolkit. A grande desvantagem é que a versão free (Community Edition suporta apenas dumps de memória em Windows 32bits).

O FTKImager da AccessData - apesar de não listado originalmente - efetua com sucesso dumps de memória em diferentes versões de Windows 32 e 64 bits.

Como última nota, uma boa lista de ferramentas de dump de memória pode ser encontrada no ForensicsWiki.


[ 14/12/2009 - Update ]

Mais uma comprovação de que live response através de obtenção de dados a partir do sistema vivo a ser analisado não é o melhor a ser feito.

Já está disponível para download uma ferramenta para detecção e subversão dos dados enviados para o toolkit de live response forense "COFEE" da Microsoft: http://decafme.org/

Eu não chamaria de "Anti-Forense" porque a execução de comandos em um sistema vivo não pode ser considerada Fonrense.. Mas é uma ferramenta - anti-análise ..

A ferramenta DECAF por enquanto faz pouco, mas já mostra o que é possível em um cenário como este:

  • Contaminate MAC Addresses: Spoof MAC addresses of network adapters

  • Kill Processes: Quick shutdown of running processes

  • Shutdown Computer: On the fly machine power down

  • Disable network adapters

  • Disable USB ports

  • Disable Floppy drive

  • Disable CD-ROM

  • Disable Serial/Printer Ports

  • Erase Data: Quick file/folder removal (Basic Windows delete)

  • Clear Event Viewer: Remove logs from the Event Viewer

  • Remove Torrent Clients: Removes Azureus and BitTorrent clients

  • Clear Cache: Remove cookies, cache, and history

O ideal é a utilização de um DUMP de memória e posterior análise - ao menos para validar as capturas feitas via uma ferramenta deste tipo (continue lendo o artigo para mais informações..)

[ 10/11/2009 - Update ]

Tem havido bastante discussao acerca do vazamento da ferramenta "COFEE", que a Microsoft disponibiliza apenas para "Forças da Lei" (Law Enforcement).

Detalhes da ferramenta COFEE com screenshots: http://praetorianprefect.com/archives/2009/11/more-cofee-please-on-second-thought/

A verdade eh que o "COFEE" nao passa de um batch parametrizavel para First Responders com uma colecao de comandos do proprio windows e mais algus da sysinternals (que a MS comprou ha mais ou menos um ano. Alem disto, so funciona para XP e Windows 2000.

Segue a lista de comandos executados por default:


arp.exe ‐a
at.exe
autorunsc.exe
getmac.exe
handle.exe ‐a
hostname.exe
ipconfig.exe /all
msinfo32.exe /report %OUTFILE%
nbtstat.exe ‐n
nbtstat.exe ‐A 127.0.0.1
nbtstat.exe ‐S
nbtstat.exe ‐c
net.exe share
net.exe use
net.exe file
net.exe user
net.exe accounts
net.exe view
net.exe start
net.exe Session
net.exe localgroup administrators /domain
net.exe localgroup
net.exe localgroup administrators
net.exe group
netdom.exe query DC
netstat.exe ‐ao
netstat.exe ‐no
openfiles.exe /query/v
psfile.exe
pslist.exe
pslist.exe ‐t
psloggedon.exe
psservice.exe
pstat.exe
psuptime.exe
quser.exe
route.exe print
sc.exe query
sc.exe queryex
sclist.exe
showgrps.exe
srvcheck \127.0.0.1
tasklist.exe /svc
whoami.exe


Como voces sabem (para mais detalhamentos, basta ler todo o post original), este tipo abordagem de executar multiplos comandos com o sistema ligado caiu em desuso e as melhores praticas* apontam para o dump de memória live e posterior análise.

*Referencia:

http://www.cert.org/archive/pdf/08tn017.pdf (este paper do CERT, entitulado "Computer Forensics: Results of Live Response Inquiry vs. Memory Image Analysis" conclui que a Captura/Análise Posterior de Memória tem múltiplos benefícios sobre a resposta à incidentes tradicional executando multiplos binarios em sistemas "vivos")

[ 11/10/2009 - Update ]


Foram divulgadas as novas versões do excelente windd [ win32dd e win64dd ]


[ 28/03/2009 - Update ]

Um ótimo paper sobre Forense de Memória foi publicado recentemente por Kristine Amari no portal do SANS: Techniques and Tools for Recovering and Analyzing Data from Volatile Memory (pdf)

O material busca definir e mostrar o estado atual da Forense de Memória. Dentre os tópicos apresentados, estão:
  • o funcionamento básico da memória volátil;

  • as técnicas de aquisição;

  • a localização de dados de interesse e sua persistência;

  • a enumeração de processos;

  • a recuperação de arquivos mapeados em memória;

  • as buscas simples e por assinatura de arquivos;

  • a detecção e recuperação de dados ocultos.

Adicionalmente, são apresentadas as seguintes ferramentas:

[ 13/12/2008 - Post Original ]


O assunto Live/Memory Forensics ou "forense de memória" está cada dia mais em pauta (inclusive em vários posts recentes deste blog).

Os motivos são vários:

1) com o o crescimento do tamanho dos discos rígidos e dos casos a serem investigados - tanto no mundo corporativo quando no mundo da criminalística - é inviável a manutenção do procedimento tradicional de se desligar da tomada o sistema a ser analisado e somente depois executar as análises nos discos relacionados.

2) a possível perda de informações sensíveis à investigação - o que pode ser ainda pior quando se trata de uma máquina com volumes (ou o disco inteiro) criptografados por ferramentas como o PGP Full Disk Encryption ou o TrueCrypt.

3) existem também os casos em que a análise de memória é a única alternativa para obtenção de informações úteis sobre o caso. Por exemplo, quando são usadas as interfaces AJAX de Webmails modernos (Google, Yahoo) - as informações sobre os emails lidos/escritos ficam somente em memória, não havendo artefatos úteis no disco, mesmo nas áreas não alocadas.

A última boa comparação sobre ferramentas deste tipo havia sido publicada em junho por Halan Carvey, autor do livro "Windows Forensics Analysis".

Pois bem, ontem mais um ótimo post sobre o assunto - entitulado "Windows Physical Memory: Finding the Right Tool for the Job" - foi publicado no site sobre computer forensics do Sans Institute.

O melhor é que neste último post do Sans, o autor (Johnh Sawyer) citou uma grande variedade de soluções - tanto free / open source, quanto comerciais - que facilitam o trabalho de capturar e analisar os dumps de memória de máquinas - segue a listagem contendo uma tradução livre e alguns comentários meus:

1 - Ferramentas de Aquisição de Memória:

1a - Mandiant Memoryze : boa ferramenta, capaz de fazer o dump de todo o range físico de memória, independente de APIs do Windows, identificação de drivers, hooks e módulos de kernel presentes na memória.

1b - Mantech Memory DD : como o Sawyer colocou, simples e eficiente.

1c - Win32dd - tem a vantagem de exportar também em formato do WinDbg - para posterior análise.

1d - Guidance Winen.exe/winen64.exe - conforme post de junho, a partir da versão 6.11 o Encase Forensic vem com dumpers de memória (32 e 64 bits). A boa notícia para quem não tem a licença/dongle é que o último Live CD Helix inclui o winen.exe

1e - Encase Forensic - possibilita o dump da memória inteira ou de processos específicos (veja)

1f - F-Response - Não faz o dump por si só mas estabelece um canal de comunicação iSCSI com a máquina para uso das outras ferramentas descritas no post.

1g - KNTTools da GMG Systems - este aqui eu não conhecia, Sawyer comenta que não vem sendo atualizado, então provavelmetne não o conheceremos em detalhes..

1h - FastDump da HBGary - excelente ferramentas gratuita que auxiliam o examinador a entender o funcionamento de executáveis (mais voltadas para estudo de malwares).

2 - Ferramentas de Análise de Dumps de Memória:

2a - Volatility - Excelente Framework - escrito em python e gratuito - que - juntamente com seus plugins - facilita em muito a extração de informações críticas aos examinadores forenses (como a passphrase de um sistema com Full Disk Encryption utilizando TrueCrypt..).

2b - Memoryze - da Mandiant, possui o output em XML (o que pode ser ruim se você busca clareza e bom se você precisa integrar com qq coisa que leia XML).

2c - HbGary Responder - considerada por analistas do mercado por muito tempo como a melhor ferramenta no ramo. Pode ser integrada facilmente a versao Enterprise do Encase.

2d - Enscripts para Encase Forensic/Enterprise - (ver figura) - no site de suporte da Guidance existem alguns Enscripts disponíveis para tarefas relacionadas à análise de memória.

PS: Existem várias outras ferramentas interessantes como referência de "memory analysis", como: FATKit, Flypaper da HBGary, Windows Memory Forensics Toolkit (FrameWork), memparser, PmoDump/Truman (FrameWork), WinDbg - a primeira ferramenta a analisar crash dump de memória física no windows (thanks, msuiche), Hibrshell (para análise de arquivos de hibernação windows de Xp a 2008), e KnTools (comercial - ver comentários do post).

PS2: A imagem no início deste post (tradução livre) faz parte do excelente paper "Computer Forensics: Results of Live Response Inquiry vs. Memory Image Analysis" - do Sans Institute (Ago/2008). Os autores deste paper concluem que a Captura/Análise Posterior de Memória tem múltiplos benefícios sobre a resposta à incidentes tradicional em sistemas "vivos" - leitura recomendada.


PS3: Uma outra boa fonte de referência sobre o assunto - que inclui também um estudo com análise de código rodando em máquinas linux e windows - é o livro "Malware Forensics" - de James M. Aquilina, Eoghan Casey e Cameron H. Malin.

Tuesday, March 9, 2010

Cheat Cheets de Segurança - Atalhos para CSIRTs


Eu sou um fã de carteirinha das Cheat Sheets do Lenny Zelster. Elas são um excelente atalho para grupos de Resposta a Incidentes (CSIRT) funcionarem como devem - o mais rapidamente possível.

A última Cheat Sheet que ele publicou juntamente com o Anton Chuvakin, foi sobre "Revisão de Logs para Incidentes de Segurança" (formatos HTML, DOC e PDF) e inclui várias dicas interessantes sobre a fonte, localização e dados em logs de Linux, Windows, equipamentos de Rede, Servidores Web, etc.

Estas tabelas são uma mão na roda para auxiliar um analista de segurança em diversas atividades diárias. Segue a lista de tabelas de referências já publicadas:

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