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Friday, April 20, 2012

CyberSecurity Reports: Mandiant, Verizon Business, HP, Verisign, WebSense, Trustwave & others

Existem muitos relatórios sobre o atual estado de ataques, a evolução e adaptação das técnicas utilizadas pelos perpetradores. Estamos acostumados a ver estes documentos sendo lançados por diversas fontes diferentes, deste empresas de anti-vírus, passando por fabricantes de sistemas operacionais e consultorias na área de governança corporativa.

A Mandiant e a Verizon Business estão entre as empresas mais especializadas e bem sucedidas em serviços de Resposta a Incidentes no mundo, e por isto mesmo lidam com os mais variados tipos de situações ao tratar inúmeros incidentes de segurança como vazamento de informações e invasão de sistemas em clientes de várias verticais de atuação diferentes.

Lendo este material é possivel perceber a melhoria na qualidade e quantidade de informações à disposição de uma empresa a partir do tratamento adequado de seus incidentes de segurança realmente criticos, o que auxilia as áreas envolvidas a desenvolver uma postura de segurança com foco nas ameaças reais.

Devido a este embasamento em casos reais,  considero que estes relatórios merecem uma leitura detalhada. Ao final deste post eu incluí também referências a outros 6 relatórios interessates publicados por outras organizações (HP, VeriSign, WebSense, TrustWave, ESET e Sophos).

Destaques M-Trends Mandiant:


Tipos de Ataques mais comuns: 

O tipo de ameaça enfrentado por uma organização deve nortear os investimentos em Segurança da Informação, dentre os maiores tipos de ataques investigados pela Mandiant em 2011, 



Indústrias sendo afetadas por ataques avançados:


Utilização de malware publicamente disponível  e Detecção dos incidentes (!)


Tendências (M-Trends)
  1. Malware só conta uma parte da história: apenas 54% de todos sistemas comprometidos nos ataques investigados possuiam traços da execução de malware (o uso de credenciais válidas para acesso aos sistemas comprometidos é mais difícil de identificar e possibilita aos atacantes um movimento lateral entre sistemas, explorando senhas iguais e relações de confiança existentes nas redes atacadas) ;
  2. Técnicas antigas sendo ressuscitadas: backdoors passivos estão sendo usados para bypassar detecção no host e na rede (... ); 
  3. RATs - Remote Access Software & Trojans disponíveis publicamente são cada vez mais usados em ataques direcionados;
  4. Processos de Fusão e Aquisição de empresas geram mercado de venda de informações confidenciais roubadas.
  5. Empresas que participam de uma mesma cadeia produtiva são comprometidas pelos mesmos atacantes, que buscam obter mais informações de propriedade intelectual sobre o negócio.
  6. Vale a pena ser persistente: atacantes que buscam ganho financeiro cada vez mais pretendem permanecer o maior tempo possível nas redes comprometidas.

Evidências de Comprometimentos (ou IOC/Indicators of Compromise) - além da presença de malware:


  • Uso não autorizado de credenciais válidas (estas informações normalmente estão presentes em registros do Event Log do Windows, no registro, nas propriedades do arquivo/sistema de arquivo e no tráfego de rede) <= idealmente, parte destas informações está sendo logada remotamente em outros sistemas (AD, SIEM, Network Forensics, CarbonBlack, etc.); 
  • Acesso Remoto a Sistema ou a arquivos (...)
  • Vestígios de evidência e arquivos parciais (através de técnicas de perícia forense, é possivel 

Um parêntese aqui para um ponto que gosto de salientar - as evidências estão por toda a parte: 

Quanto mais visibilidade e automação na criação de registros que possam ser considerados "indicadores de comprometimento", melhor - de preferência, em memória, no tráfego de rede, nos logs de sistemas, no sistema de arquivo, em bancos de dados - ou seja, aonde quer que informação esteja armazenada ou trafegue temporariamente.

Relatório Mandiant M-Trends: http://fred.mandiant.com/M-Trends_2012.pdf

Relatorio Verizon Business - 2011 CaseLoad Review: http://www.verizonbusiness.com/resources/whitepaper/wp_verizon-2011-investigative-response-caseload-review_en_xg.pdf

Relatório Verizon Business - 2012 Databreach Investigations Report

Alguns pontos e tendências relacionados ao relatório da Verizon foram publicados recentemente no blog do Troy Hunt - leitura recomendada! Comento alguns dos principais pontos levantados, abaixo:


  • Os ataques estão sendo originados quase sempre de fora das organizações (98%) e apenas 4% envolveram pessoal interno (ativamente) < esta tendência está aumentando nos últimos anos. É importante ressaltar que a segurança das redes e  sistemas internos continua sendo fundamental, para identificar e conter a evolução de ataques iniciados externamente. 
  • Hacktivistas estão se tornando um problema real e sério  (58% do roubo de informações) < aqui vale a pena mencionar que pela característica de divulgação do resultado dos ataques, este valor certamente está distorcido em relação aos ataques tradicionais para venda de informações no underground, por exemplo.
  • A maioria dos comprometimentos envolve o simples roubo de credenciais < ou seja, ninguém vai ter que desenvolver um StuxNet/DuQu se para obter as informações sensíveis for suficiente adivinhar ou usar ferramentas de bruteforce de senha..
  • O tempo entre o comprometimento inicial e sua descoberta e contenção tem levado normalmente meses (54%) ou semanas (29%), e em poucos casos dias (13%) ou horas (2%) < isto é tempo mais do que suficiente para garantir aos atacantes um acesso a diversas informações sensíveis contidas em diferentes sistemas de uma empresa.

Outros Relatórios relevantes e dignos de nota, publicados recentemente:


HP: 2011 Top Cyber Security Risks Report
http://www.hpenterprisesecurity.com/news/download/2011-top-cyber-security-risks-report

Verisign iDefense 2012 Cyber Threats and Trends White Paper
http://www.verisigninc.com/en_GB/forms/idefense2012cybertrends.xhtml


Websense: 2012 Threat Report
http://www.websense.com/content/websense-2012-threat-report-download.aspx

Trustwave: 2012 Global Security Report
https://www.trustwave.com/global-security-report

ESET: Global Threat Report for 2012
http://go.eset.com/us/threat-center/

Sophos: Security Threat Report 2012





Thursday, March 10, 2011

10 Curtas de Carnaval

  • A proteção e monitoração de redes privadas que estejam de alguma forma relacionadas à infra-estrutura crítica é uma realidade cada vez mais comum em diferentes países. A Inglaterra recentemente anunciou esta iniciativa e os Estados Unidos já se preparam para isto há anos.
  • A Verifone (líder em sistemas de pagamentos móveis) contra-ataca o crescimento do Square, o leitor de cartōes para iPhone - mostrando suas vulnerabilidades!


Thursday, July 8, 2010

Remnux - Distribuição para Análise de Malware

[ Update 2011/01/13 - Lançada a versão 2.0 do REMNUX ]
[ Post Original - 2010/07/08 ]
O Lenny Zeltser - já citado por aqui pelos seus cheat sheets de segurança, acaba de lançar uma VM baseada em Ubuntu com o foco em análise de Malware chamada REMNUX.
Download da VM REMUX: http://www.megaupload.com/?d=WPRV5Z2K (548Mb)
Entre as ferramentas disponíveis na distribuição, estão:
Analyzing Flash malware: swftools, flasm, flare
Analyzing IRC bots: IRC server (Inspire IRCd) and client (Irssi). To launch the IRC server, type “ircd start”; to shut it down “ircd stop”. To launch the IRC client, type “irc”.
Network-monitoring and interactions: Wireshark, Honeyd, INetSim, fakedns and fakesmtp scripts, NetCat
JavaScript deobfuscation: Firefox with Firebug, NoScript and JavaScript Deobfuscator extensions, Rhino debugger, two versions of patched SpiderMonkey, Windows Script Decoder, Jsunpack-n
Interacting with web malware in the lab: TinyHTTPd, Paros proxy
Analyzing shellcode: gdb, objdump, Radare (hex editor+disassembler), shellcode2exe
Dealing with protected executables: upx, packerid, bytehist, xorsearch, TRiD
Malicious PDF analysis: Dider’s PDF tools, Origami framework, Jsunpack-n, pdftk
Memory forensics: Volatility Framework and malware-related plu
Miscellaneous: unzip, strings, ssdeep, feh image viewer, SciTE text editor, OpenSSH server

Thursday, January 14, 2010

A saga de se manter seguro usando Windows


[ 14/01/2010 - Update ]


Notícias recentes como o novo 0-day para IE utilizado na "Operação Aurora" Chinesa - que afetou mais de 30 empresas americanas (incluindo Google,Adobe,Yahoo, Symantec, Northrop Grumman, Dow Chemical e Juniper) - retomam o assunto de como se manter seguro usando o Windows.

Uma empresa possui uma "superfície de ataque" muito grande e precisa de se preocupar com diferentes iniciativas para tentar se defender deste tipo de abordagem avançada.


Como sugestão de abordagem para usuários finais, estou republicando uma lista de 7 dicas que considero eficientes para manter um sistema Windows Seguro (todas elas são gratuitas para uso não corporativo):


I -
Instale um bom programa de verificação e correção de versões de aplicações windows (são elas, e não patches do S.O. as mais exploradas).
  1. PSI Secunia - Personal Software Inspector - excelente e altamente recomendado programa gratuito (para uso não comercial) que resolve o problema de controle de versões e auxílio a upgrade de "programas problema" como os listados acima (não funciona com proxies)
  2. Sumo - ferramenta freeware com o mesmo princípio, não tão boa, mas também eficiente - funciona com proxies.
II - Utilize um utilitário de "Sandbox" para navegar na Internet. Este tipo de programa consegue executar seu navegador (e outros programas) de forma isolada. Ele pode ter acesso aos recursos necessários do seu sistema operacional, mas não pode escrever nada nele, sem a sua permissão.

III - Por falar em navegador, procure estar com o seu sempre atualizado, e utilize um que corrija as vulnerabilidades rapidamente (sugiro o Firefox com a extensão NoScript! para controlar a execução de conteúdo ativo como Javascript/Java/etc..)

IV - Sempre verifique por novas atualizações Microsoft em http://www.windowsupdate.microsoft.com

V -
Mantenha um bom Antivirus (como Avira , Nod32 e Kaspersky) sempre atualizado


VI -
Utilize um bom Firewall Pessoal - sugiro o Comodo para XP ou o Firewall do próprio Vista ou 7 (bem configurado
!)

VII - Não navegue na Internet com um usuário com privilégios de Administrador.

VIII -
Conheça os Riscos Envolvidos no Uso da Internet e se mantenha bem informado (no link anterior você tem acesso à excelente cartilha de segurança do Cert.Br)




[ 13/01/2010 - Update ]


Conforme prometido - depois de meses de espera as correções (oito!) para o Adobe Reader foram liberadas - se você ainda insiste em utilizá-lo, fique ligado nas correções divulgadas. (Ou utilize o Foxit Reader que é mais rápido e seguro - ou seja, uma alternativa mais segura!)

[ 14/12/2009 - Update ]

Mais dois exploits ativos para o Adobe Reader. Correção sairá apenas em 12 de janeiro de 2010.

Mais Informações:

http://blogs.adobe.com/psirt/2009/12/security_advisory_apsa09-07_up.html

http://threatpost.com/en_us/node/2296

http://isc.sans.org/diary.html?storyid=7747

A melhor contramedida continua sendo desinstalar o Adobe Reader e usar outra alternativa mais segura!

[ 02/11/2009 - Update ]

A Microsoft acaba de divulgar a 7a versao do "Security Intelligence Report" - onde sao apresentadas as tendencias de codigos maliciosos, exploits e invasoes nos produtos Microsoft verificados no primeiro semestre deste ano.



[ 08/10/2009 - Update ]

Comprovando a tendência crescente de exploração de produtos Adobe - o PSIRT da empresa divulgou que há um novo 0day explorando instalações de adobe reader em Windows, Unix e Mac.



[ 11/03/2009 - Update ]

A Adobe finalmente liberou um update para a versão 9 do Adobe Reader que corrige as vulnerabilidades encontradas:

http://www.adobe.com/support/security/bulletins/apsb09-03.html



[ 03/03/2009 - Update ]


Com satisfação informo que este post foi publicado hoje no site da PC Magazine (UOL).

link: http://pcmag.uol.com.br/firewall



[ 25/02/2009 - Post Original ]

Usuários domésticos do Windows (XP ou Vista) estão acostumados à praticidade do "Windows Update" - que permite que novas atualizações de segurança dos seus sistemas operacionais sejam baixados e instalados automaticamente.

Garantir que o Windows Update esteja em dia é bom, mas longe de ser suficiente para manter um computador rodando Windows seguro. O motivo principal é a crescente exploração de vulnerabilidades de "application helpers" em navegadores para infectar usuários - mesmo que estes estejam 100% up-to-date em suas atualizações de segurança Microsoft.

A própria Microsoft já deu este recado em 2008, quando publicou seu 5o Relatório de Inteligência em Segurança ou "
Microsoft Security Intelligence Report volume 5 (January – June 2008)" - na página 35 deste documento (figuras 16 e 17) estão listadas as vulnerabilidades mais comumente exploradas através da navegação na Internet (XP e Vista).

No Windows XP, 57,7% das vulnerabilidades exploradas foram de aplicações não Microsoft (ou 3rd party). Os "programas problema" são: QuickTime, RealPlayer, Yahoo Toolbar, Winzip, Adobe Reader.

Já no Vista, este número é bem mais expressivo: 94,3% das vulnerabilidades mais exploradas não o foram por culpa da turma do Bill Gates. Os primeiros lugares: RealPlayer, QuickTime, PowerPlayer, AOL Toolbar.

Para aumentar o coro, a Bit9 lançou no final do ano passado um relatório chamado "The Dirty Dozen" - contendo as Aplicações vulneráveis mais frequentemente encontradas - considerando somente as que não podem ser atualizadas por soluções como Microsoft SMS e WSUS:

Ou seja, são exatamente aquelas que o usuário não sabe/consegue atualizar em casa e que tem dificuldades de se atualizar dentro de uma estrutura corporativa (por motivos de autenticação/proxy/etc..). Seguem os 5 primeiros "programas problema" da lista da Bit9:
  1. Mozilla Firefox
  2. Adobe Flash & Acrobat
  3. Vmware (Player e Workstation)
  4. Java
  5. Apple Quicktime
Os softwares da Adobe (Flash Player e Acrobat Reader) são uma dor de cabeça à parte. Primeiro porque eles estão instalados em quase todos os computadores Windows, depois porque a Adobe não é das mais rápidas em lançar correções de segurança. Possivelmente você está com versões vulneráveis do Adobe Reader e do Adobe Flash Player (dentre outros) enquanto lê este post.

Na dúvida?
Utilize este link da Secunia para verificar possíveis versões vulneráveis de programas instalados em seu computador.

Com relação ao Flash Player, o update com a correção está disponível, mas para o Adobe Reader simplesmente teremos que esperar mais 15 dias (enquando explorações através de arquivos PDF maliciosos estão acontecendo). Por enquanto, sobreviva de workarounds. Outra opção é instalar um patch não oficial que um consultor da SourceFire publicou.

Outras sugestões para se manter seguro online (utilizando o Windows):

I -
Instale um bom programa de verificação de versões de aplicações windows:
  1. PSI Secunia - Personal Software Inspector - excelente e altamente recomendado programa gratuito (para uso não comercial) que resolve o problema de controle de versões e auxílio a upgrade de "programas problema" como os listados acima (não funciona com proxies)
  2. Sumo - ferramenta freeware com o mesmo princípio, não tão boa, mas também eficiente - funciona com proxies.
II - Utilize um utilitário de "Sandbox" para navegar na Internet. Este tipo de programa consegue executar seu navegador (e outros programas) de forma isolada. Ele pode ter acesso aos recursos necessários do seu sistema operacional, mas não pode escrever nada nele, sem a sua permissão.

III - Por falar em navegador, procure estar com o seu sempre atualizado, e utilize um que corrija as vulnerabilidades rapidamente (sugiro o Firefox com a extensão NoScript! para controlar a execução de conteúdo ativo como Javascript/Java/etc..)

IV - Sempre verifique por novas atualizações Microsoft em http://www.windowsupdate.microsoft.com

V -
Mantenha um bom Antivirus (como Avira , Nod32 e Kaspersky) sempre atualizado


VI -
Utilize um bom Firewall Pessoal - sugiro o Comodo para XP ou o Firewall do próprio Vista (bem configurado
!)

VII - Não navegue na Internet com um usuário com privilégios de Administrador.

VIII -
Conheça os Riscos Envolvidos no Uso da Internet e se mantenha bem informado (no link anterior você tem acesso à excelente cartilha de segurança do Cert.Br)

Mais informações sobre Patches de Segurança da Adobe (Adobe Reader e Flash Player):

Adobe Flash Flaw Could Give Attackers Full Control

http://www.cio-today.com/story.xhtml?story_id=64910

Adobe Releases Security Bulletin for Flash Player

http://www.us-cert.gov/current/index.html#adobe_releases_security_bulletin_for2

Adobe Acrobat pdf 0-day exploit, No JavaScript needed!
http://isc.sans.org/diary.php?storyid=5926

Homemade PDF Patch Beats Adobe By Two Weeks
http://it.slashdot.org/article.pl?sid=09/02/24/0032201



Wednesday, March 18, 2009

Mil e uma maneiras de invadir uma máquina com um PDF



Caso você ainda não tenha atualizado seu Adobe Reader, o faça agora! A ISS (IBM) alertou que os ataques utilizando este vetor de exploração (vulnerabilidade JBIG2Decode) começaram a se tornar cada vez mais comuns e já estão sendo usados por spammers.

Dependendo das configurações do seu leitor de email, ou browser, basta abrir um email com um PDF malicioso anexado para ser afetado. Se o PDF estiver em um diretório, basta selecionar o arquivo para acionar o ataque (veja video e detalhamento). Importante: o usuário pode perceber algo estranho porque o Internet Explorer vai travar por alguns segundos. Isto se deve à técnica de exploração utilizada, veja aqui mais detalhes [ heap spraying - printf() and collectEmailInfo() via javascript em um mesmo PDF ]

Para piorar, existem alguns vetores comprovados assustadores para exploração desta vulnerabilidade em redes locais: caso um PDF malicioso chegue a um diretório local ou mapeado por uma máquina XP, 2000, 2003 que rode o "Windows Indexing Service", nada mais precisa ser feito - o código malicioso irá executar o que quiser sem nenhuma interação ou conhecimento do usuário.

Para ficar de olho: o Nelson Brito prometeu uma análise detalhada em português da exploração desta vulnerabilidade. Se você ainda não viu, há pouco ele postou uma explanação e um vídeo de uma exploração também utilizando heap spraying (vulnerabilidade do Internet Explorer
referente ao boletim MS08-078).

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